Quarta-feira, 29 de Maio de 2013
O Síndroma de Mourinho
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Segunda-feira, 6 de Maio de 2013
Criatividade e Decisão
Barcelona 4-2 Real Betis 05.05.2013 ourmatch.net por ourmatch
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Etiquetas: Barcelona, Iniesta, Lances, Messi, Raciocínios Tácticos
Quarta-feira, 24 de Abril de 2013
Desnorte
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Etiquetas: Barcelona, Bayern de Munique, Marc Bartra, Raciocínios Tácticos, Tito Vilanova
Segunda-feira, 22 de Abril de 2013
Cumprir Estratégias
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Quarta-feira, 3 de Abril de 2013
Freitaslobices
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Quarta-feira, 6 de Março de 2013
A Imponderabilidade dos Detalhes
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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2013
O Lance que define o Jogo
FC Barcelona - Real Madrid 57' Gol Cristiano... por realmadridplay
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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013
Factores Externos e Arruaça
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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2013
A Mania da Objectividade
O futebol é um jogo em que o plano se elabora constantemente, a cada alteração das circunstâncias de jogo. Antes de uma equipa poder ser objectiva, ou seja, antes de poder materializar o seu futebol numa oportunidade de golo, tem de criar condições para que possa sê-lo. E isso leva, na maioria das vezes (dependendo, claro está, da forma como o adversário defende), muito tempo. A maior parte das equipas salta este passo, ou ignora-lhe a importância. Se virem uma brecha na frente, não hesitam em tentar um passe de morte, por menores que sejam as probabilidades de sucesso de tal passe. Crê-se que todas as veleidades concedidas pelo adversário, todos os espaços, toda a liberdade ao atleta que conduz a bola deve ser encarada como uma oportunidade de criar imediatamente uma situação de golo. Poucas são as equipas que encaram o jogo como uma sucessão, por vezes muito numerosa, de micro-acções. E é por isso que, por exemplo, a criatividade é um atributo tão pouco procurado. Quando se acha que o jogo é essencialmente objectivo, jogadores que saibam pensar, que saibam imaginar melhor do que os outros, não são especialmente diferentes. Veja-se o caso de Modric, no Real Madrid. É um exemplo, mas haveria muitos outros. No Real, Mourinho pretende dele o que pretendia de Sneijder no Inter: últimos passes. É por isso que Modric não rende o que podia render. O mesmo acontece com Özil. Mourinho acredita na objectividade do jogo, e embora seja, porventura, o melhor treinador do mundo a preparar a sua equipa em função dessa objectividade, reduz dramaticamente o potencial dela ao acreditar nisso. Modric é um criativo. Estaria como peixe na água numa equipa que trabalhasse muito o jogo a meio-campo, com passes curtos, tabelas, movimentos entre linhas, apoios e coberturas próximas. Como o encarregam de uma função, como fazem dele alguém que, a todo o custo, tem de solicitar os atacantes em condições ideais, corta-se-lhe a imaginação. Pedem-lhe que execute meia-dúzia de coisas e que não faça outras tantas, quando ele estaria bem se não lhe dissessem coisa alguma. Em cada lance que intervém, tem de agir de acordo com as instruções que tem. É obrigado, por isso, a agir quase automaticamente, a repetir certos movimentos, a tentar sistematicamente coisas idênticas. Quando resulta (o que acontece devido à sua qualidade), corresponde ao que esperam dele. O problema é quando não resulta, o que acontece muitas vezes, pois o sucesso de tal futebol não depende só dele. Aí, acusam-no de estar pouco inspirado, e não pensam sequer na possibilidade de a falta de inspiração ter sido causada pelas instruções que tem.
Nunca fui o maior admirador de Sneijder, mas deixei de gostar definitivamente dele precisamente no ano em que muitos achavam que ele merecia a bola de ouro, isto é, no ano em que foi campeão europeu no Inter. Deixei de gostar dele exactamente porque o seu futebol era mecânico: recebia a bola, rodava e tentava um último passe. Falhava trinta passes por jogo, mas eventualmente acertava um ou outro. Evidentemente, com a mecanização da equipa, as acções de Sneijder até tinham alguma eficácia. Por outro lado, na sua selecção, a jogar da mesma maneira, só a prejudicou. Para Mourinho, o seu médio de ataque é uma espécie de quarter-back, e é essa ideia que não aceito. Nenhum jogador de futebol, pelas particularidades do próprio jogo, pode ter uma função específica como têm os jogadores de futebol americano. O futebol é um jogo de decisões, um jogo de criatividade, e é a criatividade, e só ela, que deve ser cultivada. Modric e Özil, em abono da verdade, são muito mais criativos do que Sneijder alguma vez foi. Sneijder era um executante extraordinário, mas nunca me pareceu o mais criativo dos jogadores. O croata e o alemão renderiam muito mais se estivessem numa equipa que preconizasse um modelo de jogo menos objectivo, se lhes fosse pedido não uma série de tarefas, mas apenas que criassem, consoante as circunstâncias, e de acordo com a posição relativa em que fossem colocados no campo. Hoje em dia, com a cientificidade a que se aproximou o futebol, vive-se uma autêntica mania da objectividade. E os melhores jogadores, aqueles que arranjam soluções de que ninguém estava à espera, aqueles que são capazes de criar a partir do nada, que solucionam problemas absolutamente inéditos, sem nunca terem sido preparados para solucioná-los, acabam ostracizados no meio de tanta objectividade. E nem sequer se percebe que, juntando meia-dúzia de jogadores criativos e deixando-os encarregues apenas de criar se fica, ainda que de forma menos óbvia, bem mais perto dos objectivos a que se propõe qualquer equipa de futebol do que cultivando um ideal de objectividade que apenas coarcta o potencial criativo de uma equipa.
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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013
O Tottenham de Villas-Boas
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Domingo, 30 de Dezembro de 2012
Gente Irritante e Coisas Ilógicas
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Domingo, 23 de Dezembro de 2012
Quiz (2)
1. Qual foi a primeira equipa italiana a marcar presença numa final da Taça dos Campeões Europeus?
2. Nos Jogos Olímpicos de 1996, em Atlanta, Portugal fez uma campanha extraordinária, ficando no 4º lugar, atrás de Nigéria, Argentina e Brasil. Quem compunha a equipa técnica que comandava essa selecção?
3. Em toda a História do Barcelona, qual foi o jogador que mais vezes foi expulso?
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Sábado, 8 de Dezembro de 2012
Górgias
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